O Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do RS comemorou, no dia 5 passado, 55 anos de criação.
O Museu tem como missão promover, através da geração de novos conhecimentos, a conservação da biodiversidade, manter acervos científicos; formar recursos humanos, difundir informações para uma melhor compreensão da natureza, oportunizando à sociedade uma interação mais responsável com o meio ambiente.
Ao longo de sua trajetória vem atuando na pesquisa da biodiversidade, atual e fóssil, realizando atividades de difusão científica e educação ambiental, com exposições permanente, temporárias e itinerantes.
O acervo do Museu abriga cerca de 500 mil exemplares, valorados em aproximadamente US$ 15 milhões, preservando a única coleção científica da América do Sul de esponjas de água doce, e a maior coleção de répteis no Estado.
O Museu tem como missão promover, através da geração de novos conhecimentos, a conservação da biodiversidade, manter acervos científicos; formar recursos humanos, difundir informações para uma melhor compreensão da natureza, oportunizando à sociedade uma interação mais responsável com o meio ambiente.
Ao longo de sua trajetória vem atuando na pesquisa da biodiversidade, atual e fóssil, realizando atividades de difusão científica e educação ambiental, com exposições permanente, temporárias e itinerantes.
O acervo do Museu abriga cerca de 500 mil exemplares, valorados em aproximadamente US$ 15 milhões, preservando a única coleção científica da América do Sul de esponjas de água doce, e a maior coleção de répteis no Estado.
Para registrar o aniversário, o Museu realizou um culto ecumênico em sua sede, inaugurou uma exposição retrospectiva, apresentando as linhas do tempo, através dos marcos referenciais históricos, e homenageou os funcionários mais antigos da instituição.
Ainda para marcar a data, ocorreu mais uma edição do Projeto Ciência na Praça, no domingo (7), no Parque Farroupilha, junto ao Movimento ao Expedicionário.Fotos: Sergio Bavaresco
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