sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

DIFERENÇAS NOS DETALHES

Desde a primeira edição do Projeto A Hora do Bicho, em 2004, a Fundação Zoobotânica do RS vem divulgando espécies do acervo do Parque Zoológico, priorizando as ameaçadas de extinção, nativas do Estado, brasileiras e africanas. Para a 6ª edição do Projeto, que inicia em março, a escolha da temática são os detalhes que fazem a diferença entre os animais, sejam eles nativos ou exóticos. A idéia é ressaltar o que passa despercebido do olhar do visitante do Parque. Olhos, pedaços de um corpo - seja ele pequeno ou grande, mistura de cores, texturas.
A coruja-orelhuda (Rhinoptynx clamator) representa o mês de março, tendo como detalhe as suas garras. A espécie habita florestas e áreas abertas, com registro de ocorrência na América do Sul e Central. Se alimenta de invertebrados e pequenos vertebrados. O Zoo do Estado tem dois exemplares desta espécie.
O Projeto A Hora do Bicho, que na última edição divulgou uma série de filhotes, visa apoiar a campanha de coleta seletiva do lixo realizada no Zoológico.

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Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social/Fundação Zoobotânica do RS
Jorn. Elisabete Monlleo Martins da Silva - Reg. Prof. Nº 1427
Fotos: Sergio Bavaresco
Fone: 3336.3281

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

VERTEBRADOS FÓSSEIS

O Museu de Ciências Naturais/FZB-RS disponibiliza KIT DIDÁTICO com réplicas de fósseis que ocorreram no Estado há cerca de milhões de anos. Além das peças, o kit inclui uma cartilha e fichas ilustrativas sobre cada réplica.
O objetivo deste trabalho é subsidiar professores, para despertarem nos alunos dos ensinos fundamental e

médio, a curiosidade e interesse pelas Ciências Naturais, através da observação e manuseio das réplicas

de peças do acervo paleontológico do Museu. O material, que poderá ser retirado sob forma de

empréstimo, encontra-se à disposição dos professores da rede de ensino público e privado.

Informações: museamb@fzb.rs.gov.br ou pelo telefone (51) 3320.2032.

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Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social /Fundação Zoobotânica do RS
Jorn. Elisabete Monlleo Martins da Silva – Reg. Prof. nº 1427
Fone: 3336.3281

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO – 4ª edição

Curso de Curta Duração promovido pelo Instituto de Estudos em Direito e Economia do Brasil – INEDE, com apoio da Fundação Zoobotânica do RS e do Jardim Botânico de Porto Alegre. Dias 16 e 17 de abril, no auditório do JB – Rua Dr. Salvador França, 1427. Vagas limitadas.

Informações e inscrições: inedebrasil@yahoo.com.br

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

JAVALI É O BICHO DO MÊS


A Fundação Zoobotânica do RS divulga o javali como o bicho do mês de fevereiro, projeto realizado no Zoológico, em Sapucaia do Sul, que visa apoiar a campanha da coleta seletiva do lixo realizada no Parque.

O Projeto A Hora do Bicho, que iniciou em 2004, tem como temática as espécies da fauna que compõem o acervo do Zôo, e visa conscientizar o público visitante sobre a importância da conservação da natureza e os cuidados que se deve ter com o meio ambiente.

O Projeto já divulgou espécies da fauna nativa do RS, fauna brasileira e africana e aves brasileiras, todas ameaçadas de extinção. Em sua 5ª edição está sendo divulgada a série “Os filhotes”.

Javali

Ancestral do porco-doméstico, o javali (Sus scrofa) é um animal muito forte, adaptado aos mais diversos habitats. Vive em rebanhos que podem ser bem numerosos, de 20 a 30 indivíduos.

De hábitos noturnos, a cada noite percorre, na natureza, muitos quilômetros em busca de alimento (raízes, frutos, cogumelos, larvas de insetos, pequenos vertebrados e até mesmo serpentes venenosas).

Os dentes caninos são longas defesas que saem da boca, sendo mais desenvolvidos nos machos.

Habita florestas, ambientes úmidos e áridos e ocorre na Europa, Ásia e África.

No cativeiro, quando em condições adequadas, esta espécie reproduz com facilidade. Os filhotes, após uma gestação que varia entre 112 e 130 dias, nascem com raias amareladas, sobre uma pelagem parda escura, numa ninhada de 4 a 12 crias. Até cerca de três meses seu principal alimento é o leite materno, embora já comecem a comer outros alimentos. Nesta época também começam a esmaecer suas listras amareladas e aos poucos vão adquirindo a cor dos adultos. Pesa de 50 a 200kg e vive de 15 a 20 anos.

Esta espécie não é considerada ameaçada de extinção.

O Zoológico do Estado tem 13 exemplares, sendo que tres adultos - um macho e duas fêmeas - e doze filhotes.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social/Fundação Zoobotânica do RS

Jorn. Elisabete Monlleo Martins da Silva - Reg. Prof. nº 1427

Fotos: Sergio Bavaresco

Fone: 3336.3281