A presidente da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, Arlete Pasqualetto, lembra que a educação ambiental está baseada no conceito de promoção do desenvolvimento sustentável. "Somos responsáveis por nossos atos. Menos automóveis, mais bicicletas e fumo zero significa defender e preservar a biodiversidade", disse.
Dessa forma, busca-se o cuidado com a saúde e a segurança do patrimônio natural presente nos 40 hectares do parque, resultado da pesquisa científica desenvolvida desde 1958. São coleções científicas como a de cactus e de bromélias, e mais de 3 mil plantas, que são uma amostra da vegetação do Rio Grande do Sul. Além da pesquisa e da conservação da biodiversidade, a instituição se dedica à educação ambiental. Mais informações (51) 3320-2027.
Serviço:
R$ 4 - Adultos
R$ 2 - Estudante e pessoas acima de 60 anos, mediante documento
R$ 10 - Passaporte individual (válido por um mês)
Foto: Sérgio Bavaresco.

Além dos músicos também participaram do clipe os amigos, fãs, a turminha da 
Walmor teve como referências lendas antigas, consideradas por ele inverdades que a história mostrou ao longo dos tempos aos brasileiros. Baseando-se em pesquisa, o artista desenvolveu a fisiologia e a anatomia de alguns seres da mitologia durante a carreira.
- Há relatos dos anchietas falando sobre seres mitológicos. Depois de ter conhecimento dessas informações e uma viagem à Amazônia, resolvi comprovar a existência dos personagens, inclusive com um atlas de anatomia – explica Walmor - nele, mostro como seriam os órgãos de uma sereia. A partir disso, surgiu a ideia de um sítio arqueológico.
O artista, que é fascinado por anatomia desde os tempos da escola, acredita que a reação do público em relação à sua obra no Artemosfera será inesperada. Para os próximos dias, ele pretende reunir professores de institutos de artes para fotografar o fóssil, que construiu com pó de mármore e resina.
A secretária Jussara afirmou que está buscando garantir o pagamento dos 25% de Adicional Ambiental que os funcionários da FZB reivindicam. Atualmente, somente os funcionários da Fepam recebem esse tipo de gratificação. Jussara lembrou que um Grupo de Trabalho será formado para discutir com a secretária da Administração, Stela Farias, a reestruturação dos órgãos ambientais do Estado (Sema, Fepam e FZB). “Precisamos garantir um plano de cargos e salários para o Estado não perder funcionários qualificados para outras instituições por causa da falta de perspectivas de crescimento”, defendeu.
Arlete e Simone agradeceram a cada um presente e destacaram a importância do trabalho dos pesquisadores e dos técnicos para a qualidade do trabalho do MCN. Simone lembrou que o pedido por novos coletes foi uma das reivindicações que recebeu logo ao tomar posse.
A dez anos do último concurso público, a instituição sofre com o número reduzido de funcionários no Museu de Ciências Naturais, Jardim Botânico e Parque Zoológico. Em 2003, o quadro era de 234 trabalhadores. Hoje, são apenas 168. Uma redução de quase 30%.
Neste ano, a árvore apresenta aves em origami. Para quem não conhece, o origami faz parte da cultura japonesa e consiste na arte de transformar um quadrado de papel em uma peça tridimensional, uma escultura de papel. A palavra Origami origina-se de "oru" (dobrar) e "kami" (papel).



